• Áliston Meneses

Gás de cozinha é reajustado em mais 5% e acumula alta


A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (26) que o gás liquefeito de petróleo (GLP) sofreu um reajuste de de 5%, o preço de venda do para botijão de até 13 quilos, popularmente conhecido como gás de cozinha. A mesma alta será aplicada ao GLP industrial e comercial.


Os reajustes são aplicados às distribuidoras.


Nesta quinta-feira (26), a empresa havia anunciado que com a renovação de contratos com 12 distribuidoras estaduais, entre elas a PBgás, os contratos com base em nova fórmula e preço da molécula de gás indexada ao preço do petróleo sofreriam uma redução média de 10% no Gás natural.


GLP

Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), em novembro o preço médio do botijão de 13 quilos praticado no país era de R$ 69,11. Os preços, no entanto, são livres, e variam nos postos de venda aos consumidores.


Foi o terceiro mês seguido de alta nos preços do gás pela Petrobras, e a sexta alta no ano. Desde o início de 2019, a alta acumulada é de cerca de 10%.


Considerando preços de petróleo na faixa de US$ 60/bbl, o custo de aquisição de gás natural pelas distribuidoras deverá ter uma redução média imediata estimada em 10% em relação aos contratos anteriores (dependendo do preço do petróleo e data taxa de câmbio real/dólar). 


Gás Natural

A Petrobras esclarece que o preço da molécula do gás natural praticado pela companhia junto às distribuidoras não é o único determinante do preço do gás natural ao consumidor final, havendo, ainda, o repasse, ao preço, dos custos de transporte incorridos junto às transportadoras, bem como das margens de distribuição, além da incorporação dos tributos federais e estaduais. Além disso, a Petrobras não tem participação no processo de aprovação, em cada estado, da composição do preço final ao consumidor. 


Assim, além da redução no preço da molécula de gás natural, há possibilidade de os preços finais ao consumidor também baixarem em função de quedas nas tarifas de transporte e nas margens das distribuidoras, caso ocorram. Com este novo conjunto de medidas, um consumidor livre que, por exemplo, contratar transporte diretamente junto à TBG no gasoduto Bolívia-Brasil poderá usufruir, já em 2020, de reduções superiores a 10%, já que será beneficiado também pela queda na tarifa de transporte da TBG, prevista para ocorrer em janeiro. 


Agência Petrobrás

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