• Áliston Meneses

CDLs da Paraíba cobram mais segurança no estado e pedem presença da Força Nacional



Os registros de arrastões, assaltos a shopping centers, arrombamentos promovidos pela ‘gangue da marcha ré’ têm assustado donos de comércios na Paraíba. Em nota, nesta quarta-feira (16), a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado da Paraíba informou que encaminhou um ofício ao governo do estado para cobrar mais segurança e dentre uma das solicitações é a presença da Força Nacional como forma de “estancar o caos” e o “medo que assombra” à população.


O documento, assinado pelo presidente da Federação, José Lopes da Silva Neto, e presidentes de diversos das CDLs na Paraíba, diz que a violência já atinge vários municípios do Litoral ao Sertão do Estado. De acordo com os representantes do comércio, há tempos que “o movimento lojista ocupa espaço na mídia para falar de sua preocupação e do quanto à violência afeta e causa sérios prejuízos ao comércio varejista de nosso Estado” e frisa os casos recentemente divulgados pela mídia como arrastões e assaltos.


Ainda segundo o empresariado, apesar de reconhecer o trabalho feito pelas polícias paraibanas, o trabalho executado no estado tem sido insuficiente para resguardar a segurança e por conta disso pediram a presença da Força Nacional. Ainda cobram ações governamentais para o enfrentamento da criminalidade na paraíba.


Nota da Federação das CDLs


O Movimento Lojista Paraibano, liderado pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado da Paraíba e integrado pelas Câmaras de Dirigentes Lojistas, encaminhou ao Exmo. Governador João Azevedo, em janeiro último, o OFÍCIO CONJUNTO DE N.: 001/2020/PRESIDÊNCIA, onde clamava por segurança.


Acontece que o Exmo. Governador do Estado sequer se dignou a responder a missiva do empresariado paraibano, dando o silêncio como resposta ao barulho da violência que assombra e se agiganta em todo o nosso Estado, da Capital à Cachoeira dos Índios, do pequeno lojista às grandes redes de varejo.


A violência já descamba para episódios mais graves e o Governo do Estado não aparece para tranquilizar a população e demonstrar as ações que estão sendo empreendidas.


Já de muito tempo que o movimento lojista ocupa espaço na mídia para falar de sua preocupação e do quanto à violência afeta e causa sérios prejuízos ao comércio varejista de nosso Estado, estamos falando de arrastões, assaltos à shopping centers, arrombamentos da gang da marcha ré, dentre outros.


A classe empresarial vem pedir, novamente, respostas ao Governo do Estado da Paraíba. Reconhecemos o trabalho desempenhado pelos policiais civis e militares que, mesmo com as más condições de trabalho, são os responsáveis por não permitir que o Estado não viva um pandemônio ainda maior.


Todavia não está sendo suficiente, de modo que é crucial, para a preservação da ordem pública e da segurança das pessoas e do patrimônio, nos moldes do Decreto n.: 5.289/2004, que seja solicitada a FORÇA NACIONAL pelo Governador JOÃO AZEVEDO como única chance de estancar o caos e o medo que assombra toda a população.


Assim, mais uma vez, valendo-se do espaço da mídia e na esperança de estar sendo ouvidos pelo Governo do Estado, os empresários paraibanos deixam registrado que, ao tempo em que clamam por segurança pública, esperam as devidas respostas e ações governamentais de enfrentamento da criminalidade em nossa querida Paraíba, dentre elas à convocação junto ao MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA da FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA.




Redação


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