• Áliston Meneses

Antes de abrir, velório de Maradona tem confronto com a polícia

Por pressão, portões abriram antes do previsto, filas gigantescas tomam o entorno da Casa Rosada



As agências de notícias argentinas mostram na manhã desta quinta-feira (26 nov.) uma grande movimentação nas ruas de Buenos Aires e no entorno na Casa Rosada, sede da presidência argentina, antes de começar o velório de Diego Maradona, que morreu ontem (25 nov.) devido a uma parada cardiorrespiratória. Maradora será velado em uma área da sede do governo, num espaço arejado em um caixão fechado. Filas gigantescas se formaram antes da abertura do evento fúnebre e, com isso, o velório começou com muita confusão e um confronto com a Polícia da Cidade de Buenos Aires.


O velório começaria às 8 horas da manhã e a família do jogador espera que termine às 16h. No entanto, populares mais exaltados, que pressionam pelo começo do velório, entraram em confusão com a polícia de Buenos Aires, o que provocou empurra-empurra, gritaria e correria.


A Casa Rosada foi cedida pelo presidente da Argentina, Alberto Fernández, que se emocionou com a morte do ídolo do futebol argentino, e seguiu a quarta-feira com homenagens ao 'Dios' nas redes sociais dizendo "Nos levou ao lugar mais alto do mundo. Nos fizeste imensamente felizes. Você foi o maior de todos. Obrigado por ter existido, Diego. Vamos sentir sua falta por toda a vida".


Ele cedeu a sede do governo argentino à família do ex-capitão do time da Seleção Argentina. "Quando pensei em abrir a Casa do Governo para Diego é porque ele saiu com a Copa do Mundo de 1986 e cumprimentou a todos na Copa do Mundo de 90, e quero que todos os argentinos possam se despedir dele, que o façam", explicou Fernández em entrevista com a Televisão Pública da Argentina.


Sobre o velório


O velório começou antes das 6 e meia da manhã, na Casa Rosada, e é aberto ao público. O acesso principal será na Calle Balcarce 50, área onde estará o corpo e a saída será pela Balcarce 24. A imprensa terá uma área de reservada para acompanhar o velório.


Além disso, segundo Alberto Fernández, a proposta de liberar a sede do governo argentino para o velório foi uma garantia para ter um 'lugar arejado' para atender os cuidados exigidos pela pandemia do coronavírus.


O presidente argentino decretou luto oficial de três dias no país e suspendeu as atividades oficiais.








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