• Áliston Meneses

Advogado tem licença cassada após fazer sexo com detentas para usar em vídeo pornô



Um advogado perdeu a licença para trabalhar após a polícia descobrir que ele fez sexo com presidiárias para uso em produção de filmes pornô. Segundo o processo que corre na Suprema Corte do estado da Flórida, nos EUA, Andrew Spark teve relação sexual com várias durante encontros em salas privadas de dois presídios. As informações são do "NY Post".


"O advogado abusou do seu privilégio de prática da lei", relata o processo. A investigação também descobriu que Spark chegou a oferecer falsos contratos de modelo às detentas. Pelo documento assinado por elas, o nome do advogado não poderia ser revelado como intermediador.


Em uma ocasião, Spark pagou US$ 10 (cerca de R$ 53) para que uma presa da cadeia de Falkenburg Road, no condado de Hillsborough, fizesse sexo oral nele, de acordo com o site "Law&Crime". A ação foi filmada.


Spark já havia sido suspenso pela ordem de advogados por solicitação de prostituição e contrabando em penitenciária, conforme informações do "Miami Herald". No fim de janeiro, um painel disciplinar decidiu pela cassação da sua licença.




Redação


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