• Áliston Meneses

Acusado de matar estudante de medicina é transferido para presídio em João Pessoa


O suspeito de matar a estudante de medicina Mariana Thomaz de Oliveira, em João Pessoa, deve ser transferido para a Penitenciária Especial no bairro Valentina Figueiredo. A Justiça converteu em preventiva a prisão em flagrante. Quem repassou a imprensa este detalhe foi a advogada Dayane Carvalho, que representa a defesa da vítima.


De acordo com ela, a audiência de custódia do acusado aconteceu por volta das 14h desse domingo (13). Ficou definido que ele vai ser transferido da carceragem da Central de Polícia Civil de João Pessoa para novo presídio de regime especial, já que possui graduação.


O resultado do laudo pericial da morte de Mariana Thomaz ainda não foi divulgado, no entanto, a advogada informou que o atestado de óbito da estudante aponta “asfixia mecânica por esganadura” como causa da morte.


O empresário apontado como principal suspeito da morte da estudante de medicina Mariana Thomáz tem cerca de 20 registros na Polícia Civil, entre eles, violência doméstica, ameaça e lesão corporal. A jovem encontrada sem vida, com sinais de estrangulamento, no último sábado (12), estava em um apartamento do bairro Cabo Branco, em João Pessoa. Conforme o delegado Joanes Oliveira, o homem suspeito também é investigado por estelionato, enriquecimento ilícito e não prestação de serviços contratados.


O delegado afirmou que o suspeito foi encontrado na cena do crime e conduzido para à Central de Polícia de João Pessoa. A princípio, segundo o delegado, pensou-se que havia ocorrido morte natural, porém a perícia constatou a lesão que indica estrangulamento.

Vitima Mariana de Oliveira, de 25 anos de idade, é natural do Ceará e prima, em segundo grau, do ex-presidente do Senado Federal e presidente do MDB-CE, Eunício Oliveira. Ele usou suas redes sociais para lamentar a morte da estudante.

“Estamos todos muito tristes e pesarosos diante da notícia do falecimento de Mariana Oliveira, sua partida deixou nossa Lavras da Mangabeira absolutamente consternada. Mariana era apaixonada pela medicina, sonhava em exercer sua vocação de cuidar das pessoas através da profissão que escolheu. Uma jovem que teve seu futuro promissor interrompido de maneira tão abrupta”, disse.



Redação


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